<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Molly Ringwald | Sintoniza</title>
	<atom:link href="https://sintoniza.com.br/tag/molly-ringwald/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://sintoniza.com.br</link>
	<description>Os clássicos dos cinema.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 17 Sep 2026 19:56:38 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.1.3</generator>

<image>
	<url>https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/cropped-logo_site_favicon-32x32.png</url>
	<title>Molly Ringwald | Sintoniza</title>
	<link>https://sintoniza.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
	<item>
		<title>Clube dos Cinco (1985): 15 curiosidades sobre o clássico de John Hughes</title>
		<link>https://sintoniza.com.br/clube-dos-cinco-curiosidades/</link>
					<comments>https://sintoniza.com.br/clube-dos-cinco-curiosidades/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Hugo Lamego]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Mar 2020 23:14:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Curiosidades]]></category>
		<category><![CDATA[Anthony Michael Hall]]></category>
		<category><![CDATA[bastidores de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[Cinema dos anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[clube dos cinco]]></category>
		<category><![CDATA[Curiosidades de filmes]]></category>
		<category><![CDATA[filmes adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[filmes dos anos 80]]></category>
		<category><![CDATA[John Hughes]]></category>
		<category><![CDATA[Judd Nelson]]></category>
		<category><![CDATA[Molly Ringwald]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://sintoniza.com.br/?p=169</guid>

					<description><![CDATA[<p>Do corte original de duas horas e meia ao improviso que criou uma das cenas&#8230;</p>
The post <a href="https://sintoniza.com.br/clube-dos-cinco-curiosidades/">Clube dos Cinco (1985): 15 curiosidades sobre o clássico de John Hughes</a> first appeared on <a href="https://sintoniza.com.br">Sintoniza</a>.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100">Do corte original de duas horas e meia ao improviso que criou uma das cenas mais famosas dos anos 80, descubra 15 curiosidades sobre Clube dos Cinco, clássico de John Hughes que marcou uma geração.</h2>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-style:normal;font-weight:100">Sobre o filme:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Ano:</strong> 1985</li>



<li><strong>Direção:</strong> John Hughes</li>



<li><strong>Roteiro:</strong> John Hughes</li>



<li><strong>IMDb:</strong> 7,8/10</li>



<li><strong>Elenco:</strong> Emilio Estevez, Judd Nelson, Molly Ringwald, Anthony Michael Hall, Ally Sheedy e Paul Gleason</li>



<li><strong>Oscar:</strong> Não recebeu indicação</li>



<li><strong>Duração:</strong> 1h37min</li>



<li><strong>Gênero:</strong> Comédia, drama e amadurecimento</li>
</ul>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Poucos filmes conseguiram traduzir tão bem as angústias, inseguranças e contradições da adolescência quanto <strong>Clube dos Cinco</strong>. Lançado em 1985, o filme de <strong>John Hughes</strong> reúne cinco estudantes completamente diferentes que são obrigados a passar um sábado inteiro em detenção na escola. Aos poucos, porém, os estereótipos começam a desaparecer e os personagens percebem que existe muito mais em comum entre eles do que imaginavam.</p>



<p class="wp-block-paragraph">No grupo estão <strong>Claire Standish</strong>, a garota popular interpretada por Molly Ringwald; <strong>John Bender</strong>, o rebelde vivido por Judd Nelson; <strong>Andrew Clark</strong>, o atleta de Emilio Estevez; <strong>Brian Johnson</strong>, o estudante brilhante de Anthony Michael Hall; e <strong>Allison Reynolds</strong>, a jovem isolada interpretada por Ally Sheedy. A grande força do roteiro está justamente em transformar esses arquétipos em adolescentes complexos, com problemas familiares, inseguranças e expectativas que ultrapassam os rótulos impostos pela escola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mais de quatro décadas depois, <strong>Clube dos Cinco continua sendo um dos grandes clássicos do cinema adolescente dos anos 80</strong>. O filme foi preservado no National Film Registry da Biblioteca do Congresso em 2016 por sua importância cultural, histórica ou estética, consolidando uma reputação que vai muito além da nostalgia.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Mas como John Hughes conseguiu transformar uma história aparentemente simples em um filme tão influente? Por que o longa quase foi muito maior? Quais atores poderiam ter interpretado os personagens? E como uma música do Simple Minds acabou se tornando praticamente um segundo título para o filme? A seguir, reunimos <strong>15 curiosidades sobre Clube dos Cinco</strong> que ajudam a explicar por que o filme continua tão especial.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">Clube dos Cinco originalmente teria duas horas e meia</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das maiores curiosidades sobre <strong>Clube dos Cinco</strong> está justamente naquilo que o público nunca chegou a ver. John Hughes originalmente imaginou um filme com aproximadamente <strong>duas horas e meia de duração</strong>, muito maior do que os 97 minutos que chegaram aos cinemas em 1985.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte desse material foi cortada durante a pós-produção. Hughes chegou a afirmar que possuía uma cópia completa do filme, enquanto diversas cenas foram retiradas da versão que chegou aos cinemas. Entre os materiais eliminados estavam sequências que desenvolviam ainda mais o futuro dos cinco personagens e situações que aprofundavam o comportamento de cada adolescente.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A existência desse material ajuda a entender por que <em>Clube dos Cinco</em> parece, em alguns momentos, ter uma história muito maior acontecendo fora da tela. Décadas depois, parte desse conteúdo pôde ser conhecida por meio de lançamentos especiais, incluindo aproximadamente <strong>50 minutos de cenas deletadas e estendidas</strong> disponibilizadas em uma edição especial do filme.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">O filme quase teve outro título</h2>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="745" height="335" src="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-06.jpg" alt="Emilio Estevez e Ally Sheedy  em Clube dos Cinco (1985) | 15 curiosidades" class="wp-image-178" style="width:745px;height:auto" srcset="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-06.jpg 745w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-06-300x135.jpg 300w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-06-640x288.jpg 640w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></figure>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de se tornar <strong>The Breakfast Club</strong>, o filme passou por outras possibilidades de título. Uma das mais conhecidas foi <strong>The Lunch Bunch</strong>, nome associado ao conceito inicial da história e ao ambiente escolar em que os personagens passariam boa parte da narrativa.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O título definitivo surgiu depois que Hughes ouviu a expressão “The Breakfast Club” sendo utilizada por estudantes de outra escola para se referir a uma espécie de grupo de detenção. A expressão chamou a atenção do diretor porque carregava uma identidade própria e parecia representar melhor aquele grupo de adolescentes reunidos em uma manhã de sábado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Outros títulos também circularam durante o desenvolvimento do projeto, incluindo <strong>Library Revolution</strong>, referência ao espaço em que a maior parte da história acontece. No fim, “The Breakfast Club” acabou prevalecendo e se tornou tão associado ao filme que hoje parece impossível imaginar a produção com outro nome.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">John Hughes escreveu o roteiro em apenas dois dias</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Embora o resultado final pareça cuidadosamente construído em cada diálogo, John Hughes escreveu o roteiro de <strong>Clube dos Cinco</strong> em um período surpreendentemente curto. Segundo registros de bastidores, o cineasta escreveu o primeiro roteiro em apenas <strong>dois dias</strong>, nos dias 4 e 5 de julho de 1982.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A velocidade impressiona ainda mais porque o filme depende quase inteiramente de conversas. Não existe uma grande aventura, uma perseguição ou uma estrutura tradicional de ação capaz de conduzir a narrativa. O que mantém o espectador interessado são os personagens, seus conflitos e a maneira como as conversas vão revelando aquilo que existe por trás de cada estereótipo.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa característica se tornou uma das marcas de Hughes. Em vez de tratar adolescentes como personagens simplificados, o diretor e roteirista procurava entender como eles enxergavam a família, a escola, os amigos e a própria identidade. É justamente essa abordagem que permitiu que <em>Clube dos Cinco</em> continuasse funcionando para diferentes gerações mesmo décadas depois de seu lançamento.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">Molly Ringwald queria interpretar Allison, não Claire</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="745" height="335" src="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-05.jpg" alt="Claire interpretada por Molly Ringwald sentanda em uma cadeira e segurando uma caneta no filme Clube dos Cinco" class="wp-image-176" srcset="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-05.jpg 745w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-05-300x135.jpg 300w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-05-640x288.jpg 640w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></figure>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Hoje é difícil imaginar <strong>Molly Ringwald</strong> interpretando outra personagem que não fosse Claire Standish, mas essa não era a primeira configuração planejada para a atriz. Ringwald inicialmente havia sido abordada para interpretar <strong>Allison Reynolds</strong>, a jovem isolada e considerada estranha pelos outros estudantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atriz, entretanto, queria interpretar Claire. O papel representava uma personagem mais popular e socialmente privilegiada, mas Hughes também percebeu que Ringwald possuía as características certas para dar profundidade à garota que inicialmente parece apenas uma adolescente mimada e superficial.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A troca acabou sendo fundamental para o equilíbrio do elenco. Ringwald trouxe para Claire uma vulnerabilidade que impede a personagem de ser apenas “a garota popular”, enquanto Ally Sheedy encontrou em Allison uma oportunidade de construir uma das figuras mais peculiares do filme. Durante o processo de escalação, nomes como <strong>Jodie Foster, Diane Lane e Laura Dern</strong> também estiveram associados ao papel de Claire.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">Jodie Foster esteve entre as atrizes consideradas para Claire</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Antes de Molly Ringwald assumir definitivamente o papel de <strong>Claire Standish</strong>, diversas jovens atrizes foram consideradas para a personagem. Entre os nomes ligados ao processo estava <strong>Jodie Foster</strong>, que já possuía uma carreira bastante respeitada apesar de sua pouca idade.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Foster vinha de trabalhos importantes no cinema e já havia demonstrado uma maturidade incomum para uma atriz tão jovem. Sua presença em filmes como <em>Taxi Driver</em> havia estabelecido uma imagem muito diferente daquela que Ringwald levaria para <em>Clube dos Cinco</em>, o que mostra como Hughes considerou possibilidades bastante variadas antes de definir o elenco.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A escolha de Ringwald acabou funcionando especialmente bem porque ela já possuía uma relação profissional com Hughes. Os dois haviam trabalhado juntos em <strong>Gatinhas e Gatões (Sixteen Candles, 1984)</strong>, e a atriz rapidamente se tornou uma das figuras mais associadas ao cinema adolescente produzido pelo diretor durante os anos 80.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">Anthony Michael Hall impressionou Stanley Kubrick</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Depois de assistir ao trabalho de <strong>Anthony Michael Hall</strong>, Stanley Kubrick demonstrou interesse em contratar o ator para <strong>Nascido para Matar (Full Metal Jacket, 1987)</strong>. Kubrick era conhecido por seu processo extremamente cuidadoso de seleção de elenco, e o interesse pelo jovem ator mostra o impacto que sua atuação havia causado naquele período.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Hall estava se tornando um dos rostos mais conhecidos da geração de atores adolescentes de Hollywood. Em <em>Clube dos Cinco</em>, ele interpretava Brian Johnson, o estudante extremamente inteligente que carrega uma enorme pressão familiar e acadêmica, personagem que permitia ao ator demonstrar uma dimensão muito maior do que simplesmente a do “nerd” da escola.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O papel de Joker em <em>Nascido para Matar</em> acabou ficando com <strong>Matthew Modine</strong>, e a decisão de Hall de não participar do filme de Kubrick se tornou um dos grandes “e se?” de sua carreira. A curiosidade também demonstra como <em>Clube dos Cinco</em> ajudou a chamar a atenção de cineastas que enxergavam naquele elenco adolescente um potencial que ia muito além das comédias escolares.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">A Universal inicialmente queria outro tipo de filme adolescente</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Quando <strong>John Hughes</strong> apresentou <em>Clube dos Cinco</em>, a ideia não correspondia exatamente ao modelo de comédia adolescente que Hollywood estava acostumada a produzir. O estúdio esperava elementos mais convencionais do gênero, enquanto Hughes queria concentrar a narrativa nas conversas, nos conflitos pessoais e nas relações entre os cinco estudantes.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Essa diferença de expectativas poderia ter alterado completamente o filme. Produções adolescentes da época frequentemente exploravam festas, romances, situações sexuais e humor mais explícito, enquanto Hughes queria fazer algo muito mais concentrado na experiência emocional dos personagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado acabou sendo justamente uma das características que diferenciaram <em>Clube dos Cinco</em>. Ao colocar cinco adolescentes presos em uma biblioteca durante um sábado, Hughes transformou uma situação aparentemente banal em uma espécie de laboratório social, onde cada personagem começa a questionar o próprio rótulo e também a maneira como enxerga os outros.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">Judd Nelson permaneceu no personagem até fora das câmeras</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="745" height="335" src="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-03.jpg" alt="Anthony Michael Hall, John Hughes e Judd Nelson nos bastidores de Clube dos Cinco (1985)" class="wp-image-174" srcset="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-03.jpg 745w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-03-300x135.jpg 300w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-03-640x288.jpg 640w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></figure>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A relação entre <strong>Judd Nelson</strong> e Molly Ringwald durante as filmagens ficou famosa por um motivo bastante peculiar. Nelson interpretava John Bender como um personagem agressivo e provocador, e decidiu manter parte desse comportamento mesmo quando as câmeras estavam desligadas.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A atitude incomodou Ringwald e chegou a preocupar John Hughes. Segundo relatos registrados sobre a produção, o diretor chegou a considerar demitir Nelson por causa do comportamento do ator, mas <strong>Paul Gleason</strong>, que interpretava o diretor Richard Vernon, defendeu o colega e argumentou que Nelson estava tentando permanecer dentro do personagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Embora a técnica tenha criado tensão no set, ela também contribuiu para a dinâmica entre Bender e os outros personagens. Nelson levou a personalidade agressiva de Bender para várias situações fora das cenas, criando um ambiente em que a hostilidade do personagem parecia mais espontânea. Décadas depois, essa história continua sendo uma das curiosidades mais conhecidas dos bastidores do filme.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">Judd Nelson chegou a se infiltrar em uma escola</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Judd Nelson levou sua preparação para <strong>John Bender</strong> a um nível bastante peculiar. Durante as filmagens, o ator teria se infiltrado em uma escola secundária próxima ao local da produção e convencido estudantes de que era realmente um aluno.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Nelson tinha <strong>24 anos</strong> na época, o que tornava a situação ainda mais curiosa. Segundo o relato associado à produção, ele chegou a comprar cerveja para alguns estudantes utilizando uma identidade falsa e depois pediu que o levassem de volta ao hotel onde o elenco estava hospedado.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A história combina perfeitamente com a personalidade de Bender, embora seja importante separar o ator do personagem. Nelson estava utilizando aquela experiência como uma espécie de brincadeira e observação do comportamento adolescente, enquanto Bender era um personagem criado por Hughes. Ainda assim, a história se tornou uma das anedotas mais divertidas dos bastidores de <em>Clube dos Cinco</em>.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">A mãe e a irmã de Brian eram parentes de verdade de Anthony Michael Hall</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das curiosidades mais simpáticas de <strong>Clube dos Cinco</strong> acontece antes mesmo de os cinco estudantes entrarem na biblioteca. A mãe e a irmã de <strong>Brian Johnson</strong>, personagem de Anthony Michael Hall, são interpretadas por pessoas que também eram sua mãe e sua irmã na vida real.</p>



<p class="wp-block-paragraph"><strong>Mercedes Hall</strong>, mãe de Anthony Michael Hall, interpreta a mãe de Brian, enquanto <strong>Mary Christian</strong>, irmã do ator, aparece como sua irmã. A escolha cria uma pequena camada de autenticidade em uma sequência que estabelece imediatamente a enorme pressão acadêmica exercida sobre o personagem.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O detalhe também reforça a proximidade de Hall com o universo de John Hughes. O ator já havia trabalhado com o diretor em <em>Gatinhas e Gatões</em> e rapidamente se tornou uma das figuras centrais do cinema adolescente dos anos 80. No elenco oficial, Mercedes Hall aparece como a mãe de Brian e Mary Christian como sua irmã.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">John Hughes aparece no próprio filme</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">John Hughes não ficou apenas atrás das câmeras em <strong>Clube dos Cinco</strong>. O diretor faz uma pequena participação não creditada como o <strong>pai de Brian Johnson</strong>, aparecendo no final do filme para buscar o filho depois da detenção.</p>



<p class="wp-block-paragraph">É uma participação extremamente rápida e que pode passar despercebida, especialmente porque Hughes não era uma figura conhecida do grande público como ator. O momento, entretanto, virou uma espécie de assinatura pessoal do diretor dentro de um dos filmes mais importantes de sua carreira.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A aparição também fecha o arco de Brian de uma maneira curiosa. Durante praticamente todo o filme, o personagem fala sobre a pressão que sofre em casa e sobre a necessidade de corresponder às expectativas acadêmicas. No final, seu pai aparece rapidamente, completando a família que havia sido apresentada no começo da história.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-style:normal;font-weight:100">Leia também:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-sintoniza wp-block-embed-sintoniza"><div class="wp-block-embed__wrapper">
https://sintoniza.com.br/cacadores-de-emocao-ja-assistiu-ao-filme/
</div></figure>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">A cena em que os cinco contam seus problemas não estava no roteiro</h2>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Uma das cenas mais importantes de <strong>Clube dos Cinco</strong> acontece quando os cinco estudantes deixam de lado as provocações e começam a conversar sobre os motivos que os levaram à detenção. O momento parece cuidadosamente planejado, mas a estrutura da conversa nasceu justamente da liberdade dada por John Hughes aos atores.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A sequência em que eles se sentam no chão da biblioteca e contam histórias pessoais <strong>não estava originalmente roteirizada daquela maneira</strong>. Hughes pediu que o elenco improvisasse e permitiu que os atores contribuíssem com elementos próprios para seus personagens.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O resultado é uma das passagens mais humanas do filme. Em vez de parecer uma exposição artificial de informações, a conversa transmite a sensação de que aqueles adolescentes estão realmente descobrindo uns aos outros. Hughes também era conhecido por aceitar contribuições dos atores, e algumas improvisações acabaram entrando definitivamente na versão final.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">“Don’t You (Forget About Me)” quase foi gravada por outros artistas</h2>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Simple Minds - Don&amp;apos;t You (Forget About Me) (Tradução)" width="1380" height="776" src="https://www.youtube.com/embed/dHgEncWB_eo?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption"><sup>Clipe da música Don&#8217;t You (Forget About Me) estrelado pela banda Simple Minds</sup></figcaption></figure>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">É impossível falar de <strong>Clube dos Cinco</strong> sem mencionar <strong>“Don’t You (Forget About Me)”</strong>, do Simple Minds. A música abre e encerra o filme e acabou se tornando uma das canções mais associadas ao cinema dos anos 80, mas o Simple Minds não foi a primeira opção para gravá-la.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A música foi composta por <strong>Keith Forsey e Steve Schiff</strong> especificamente para o filme e chegou a ser oferecida a outros artistas, incluindo <strong>Bryan Ferry e Billy Idol</strong>, antes de chegar ao Simple Minds. A banda inicialmente não demonstrou grande entusiasmo pela ideia, mas acabou aceitando gravar a canção depois de ser convencida por diferentes pessoas envolvidas no projeto.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Até mesmo o famoso “la la la” do final nasceu de maneira inesperada. O vocalista <strong>Jim Kerr</strong> improvisou aquele trecho porque ainda não tinha uma letra definitiva para a parte final, mas Keith Forsey gostou do resultado e insistiu para que permanecesse na gravação. O improviso acabou se transformando em uma das partes mais reconhecíveis da música.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">A dança final quase foi completamente diferente</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="745" height="335" src="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-dance.jpg" alt="Claire  e Alisson iniciando uma das danças mais famosas do cinema no filme Clube dos Cinco" class="wp-image-326" srcset="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-dance.jpg 745w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-dance-300x135.jpg 300w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-dance-640x288.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 745px) 100vw, 745px" /></figure>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">A sequência em que os cinco personagens dançam pela biblioteca é uma das imagens mais reconhecíveis de <strong>Clube dos Cinco</strong>, mas a ideia original era muito mais simples. O roteiro previa inicialmente que <strong>Claire dançasse sozinha</strong>, já que a sequência deveria destacar a personagem de Molly Ringwald.</p>



<p class="wp-block-paragraph">Ringwald, entretanto, não se sentiu confortável com a ideia de realizar a dança sozinha. Hughes decidiu então transformar a situação e envolver todo o elenco, criando uma sequência coletiva que acabou se tornando uma das marcas visuais do filme.</p>



<p class="wp-block-paragraph">A mudança demonstra como algumas das cenas mais lembradas de <em>Clube dos Cinco</em> nasceram da interação entre diretor e elenco. O resultado também combina com a transformação narrativa do filme: os cinco personagens começam separados por seus estereótipos, mas terminam compartilhando um momento que visualmente representa a aproximação entre eles.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<h2 class="wp-block-heading has-medium-font-size" style="font-style:normal;font-weight:100;text-transform:uppercase">A escola de Clube dos Cinco também aparece em Curtindo a Vida Adoidado</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="745" height="335" src="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-04.jpg" alt="John Bender  interpretado por Judd Nelson no filme clube dos cinco" class="wp-image-175" srcset="https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-04.jpg 745w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-04-300x135.jpg 300w, https://sintoniza.com.br/wp-content/uploads/2020/03/clube-dos-cinco-curiosidades-04-640x288.jpg 640w" sizes="auto, (max-width: 745px) 100vw, 745px" /></figure>



<div style="height:9px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph">Grande parte da história de <strong>Clube dos Cinco</strong> acontece dentro da Shermer High School, uma escola fictícia localizada no subúrbio de Chicago. O cenário, entretanto, não foi criado inteiramente em um estúdio: a produção utilizou uma escola real chamada <strong>Maine North High School</strong>, em Des Plaines, Illinois.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O prédio já estava fechado quando as filmagens aconteceram e acabou sendo transformado no principal espaço do filme. Como a biblioteca real não possuía as dimensões necessárias para acomodar toda a produção, a equipe construiu uma versão maior dentro do ginásio da escola, reproduzindo o ambiente necessário para a história.</p>



<p class="wp-block-paragraph">O local também ficou famoso entre os fãs de John Hughes porque a mesma escola foi utilizada em <strong>Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller&#8217;s Day Off, 1986)</strong>. A conexão é ainda mais interessante porque Hughes utilizou repetidamente o fictício <strong>Shermer, Illinois</strong>, como cenário de suas histórias, criando uma espécie de universo recorrente para seus filmes adolescentes.</p>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph" style="font-style:normal;font-weight:100">Dicas de post:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li style="font-style:normal;font-weight:100"><a href="https://sintoniza.com.br/curtindo-a-vida-adoidado-dialogos-inesqueciveis/" target="_blank" rel="noopener" title="">Curtindo a Vida Adoidado! Relembre o monólogo de Ferris Bueller</a></li>



<li style="font-style:normal;font-weight:100"><a href="https://sintoniza.com.br/15-filmes-de-terror-dos-anos-80-que-continuam-insuperaveis/" target="_blank" rel="noopener" title="">Filmes de terror (80s) que continuam insuperáveis</a></li>
</ul>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<script async="" src="https://pagead2.googlesyndication.com/pagead/js/adsbygoogle.js?client=ca-pub-4107408688597324" crossorigin="anonymous"></script>
<!-- quadrado_responsivo -->
<ins class="adsbygoogle" style="display:block" data-ad-client="ca-pub-4107408688597324" data-ad-slot="6577926538" data-ad-format="auto" data-full-width-responsive="true"></ins>
<script>
     (adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({});
</script>



<div style="height:23px" aria-hidden="true" class="wp-block-spacer"></div>



<p class="wp-block-paragraph"><sub>Fonte: <a href="https://www.imdb.com/">IMDB</a></sub></p>



<p class="wp-block-paragraph"></p>The post <a href="https://sintoniza.com.br/clube-dos-cinco-curiosidades/">Clube dos Cinco (1985): 15 curiosidades sobre o clássico de John Hughes</a> first appeared on <a href="https://sintoniza.com.br">Sintoniza</a>.]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://sintoniza.com.br/clube-dos-cinco-curiosidades/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
