Por: Angelo Capontes Jr.
- Viola Davis, por Histórias Cruzadas
- Glenn Close, por Albert Nobbs
- Meryl Streep, por A Dama de Ferro
- Michelle Williams, por Sete Dias com Marilyn
- Rooney Mara, por Millennium – Os Homens que Não Amavam as Mulheres
Quem sobrou?
Rooney Mara (por Os Homens Que Não Amavam as Mulheres): Interpretar uma personagem como Lisbeth Salander não é para qualquer atriz. Rooney, porém, consegue mostrar propriedade sobre uma mulher enigmática e atormentada. Mas sua atuação não é grandiosa, e sim condensada. Não chega a ser uma tamanha injustiça. É mais um exagero.
Quem faltou?
Tilda Swinton (por Precisamos Falar Sobre o Kevin): Inexplicável a ausência da inglesa na categoria Melhor Atriz. Sua interpretação como a mãe de um garoto perturbado é soberba. Tilda é uma das atrizes de mais talento dos últimos anos. Já levou um Oscar de Coadjuvante por Conduta de Risco, mas parece se superar a cada trabalho.
Quem deve ganhar?
Viola Davis (por Histórias Cruzadas): A categoria mais acirrada do ano. Isso porque Meryl Streep, na pela da ex-primeira-ministra Margaret Thatcher, está exorbitante. Mas Viola é uma atriz, indiscutivelmente, soberba. Em Histórias Cruzadas, tem um desempenho arrasador e merece não só uma estatueta mas também um reconhecimento vitalício pelo trabalho. Vale, ainda, uma ressalva para a maravilhosa Glenn Close, que também merece a estatueta.














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